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Existe diferença entre mágica e ilusionismo?

Essa pergunta, muitas vezes, dá um nó na cabeça das pessoas e a resposta não é tão simples.

Para respondê-la, precisamos recorrer à história. A palavra mágica é derivada de Magique em francês, que significa o uso de técnicas que envolvem muita agilidade com as mãos para criar ilusão e deslumbramento no espectador. Um dos tipos de entretenimento mais antigos do mundo, a mágica é associada a truques que desafiam a compreensão da plateia. Seu objetivo é trabalhar com eventos aparentemente impossíveis.

Com muito treino, os artistas utilizavam objetos do dia a dia, como baralho ou uma bolinha, para produzir efeitos mágicos. Esses números eram populares nas ruas da Europa. No entanto, no início do século XIX, alguns mágicos migraram para os grandes teatros e cassinos e se tornaram nomes reconhecidos no meio artístico. Quando esses profissionais vão para os palcos, começam a ser chamados de ilusionistas. Sendo assim, levar a mágica que nasceu nas ruas da Europa para os teatros e cabarés foi uma estratégia de marketing para dar um “ar de novo” à mágica e atrair mais a atenção do público.

Com a mudança de ambiente, sutilmente, surgem as principais diferenças entre a mágica das ruas e o ilusionismo. Teoricamente, tudo aquilo que era produzido por efeitos manuais ficou conhecido como mágica e os grandes efeitos apresentados nos shows como ilusionismo.

Para produzir esses imponentes espetáculos, foram acrescentados novos elementos aos números. Os mágicos, por exemplo, atraiam os olhos da plateia com uma pessoa levitando ou cortando uma mulher ao meio. Isso exigia novos recursos para dar um “toque” mais sofisticado à atração. A perspicácia dos shows era consequência de planejamento e muitos ensaios para que se tivesse a retenção total da atenção da plateia. O resultado é aquele já conhecido: a surpresa e o fascínio na finalização de cada truque.

Mágica ou ilusionismo?

Um termo estará sempre associado ao outro, como sinônimos, pois ambos trabalham com a proposta de iludir os sentidos das pessoas e quebrar a lógica dos efeitos. Dessa forma, explora os eventos aparentemente impossíveis. A mágica, essa arte milenar, se espalhou pelo mundo, popularizando-se principalmente na China, Índia e Grécia. Com o tempo, os padrões para a realização das atrações foram estabelecidos. A comunicação com o público necessita ser direta. A exatidão dos movimentos corporais do mágico e o cenário precisam estar sincrônicos para o sucesso do número.

Já os shows de ilusionismo possuem artefatos mais complexos, além do ilusionista, existem também ajudantes e uma equipe técnica. Geralmente, os números são mais enigmáticos, valendo-se de conhecimentos específicos e maior investimento. Ilusionistas, como o húngaro Harry Houdini, se destacaram justamente por utilizarem mecanismos diferenciados e  inovarem em seus shows.

Apesar das diferenças citadas entre mágica e ilusionismo, para manter a atenção da audiência, técnicas semelhantes são utilizadas nas apresentações. A principal é o foco, uma vez que nenhum cérebro consegue ser multitarefa. Então mágicos e ilusionistas conduzem o espectador a um ponto, como se fosse um holofote. Com a atenção do público voltada a um único lugar, a “mágica” finalmente tem caminho livre para acontecer. Dessa forma, coisas, pessoas e  objetos podem desaparecer ou surgir do nada. Mágicos e ilusionistas aproveitam o hábito do cérebro de preencher os “espaços em branco” para realizarem seus espetáculos!

Evolução das técnicas

Nos últimos anos, houve uma evolução dos shows de mágica e ilusionismo. Afinal, o velho truque de tirar o coelho da cartola ou a moeda de trás da orelha ficou ultrapassado. E a tecnologia chegou como forte aliada. Os espetáculos têm novos efeitos de luz e som e os números provocam cada vez mais as leis da física.

Pioneira no uso de novas técnicas e tecnologias, a Ilusion, maior empresa do Brasil na oferta de soluções personalizadas para criação de efeitos mágicos em eventos corporativos e projetos culturais, sempre teve a inovação como destaque de suas apresentações. Os ilusionistas Klauss Durães e Henry Vargas conquistaram novos espaços, como por exemplo, os eventos corporativos proporcionando experiências inesquecíveis aos participantes e atendendo necessidades diferenciadas.

Em uma das convenções da MSD Saúde Animal, por exemplo, Klauss e Henry utilizaram a ilusão com o tema “Visão 360º” para fazer um dos Diretores da empresa ser teletransportado para dentro de um telão e ser transformado em uma versão digital, que andava por toda plateia e depois retornava ao palco para realizar mais uma série de ações surpreendentes. Tudo planejado e ensaiado para demonstrar aos participantes a visão 360 graus de um Líder.

Abertura de Convenção de Vendas com Ilusionismo e Mágica

Ações como estas, recorrentes no dia a dia dos profissionais são formas de diferenciar apresentações, envolver o público e garantir uma atração cativante e singular. Quer vê-los em ação? Confira mais vídeos.